Engenharia Mecânica

Sobre o curso

O curso de Engenharia Mecânica propõe-se a qualificar pessoal para a resolução de problemas na área de tecnologia mecânica, com potencial para a assimilação e o desenvolvimento de conhecimentos, com espírito crítico e ética profissional, atendendo às necessidades das indústrias e da sociedade visando ao desenvolvimento e à independência tecnológica.

O Engenheiro Mecânico egresso da FACULDADE EVANGÉLICA DE GOIANÉSIA será capaz a desempenhar, com competência, as atividades referentes aos procedimentos científico-tecnológicos das áreas de fabricação mecânica, resistência dos materiais, térmica, projetos, metrologia, materiais de construção mecânica, vibrações e acústica e mecânica dos fluidos, bem como na utilização das instalações e equipamentos destinados a essas áreas especializadas, seus serviços afins e correlatos, considerando aspectos sociais, ambientais e econômicos, sem perder o foco ético e humanístico, no atendimento às demandas da sociedade, através de uma sólida formação científica e profissional.

 

Dados do Curso

Grau: Bacharelado

Modalidade: Presencial

Regime de matrícula: Semestral

Duração: 5 anos

Turno: Noturno (com aulas aos sábados)

Vagas: 60 semestrais

Campus: Goianésia

Ato Regulatório:
Port. MEC/SERES 133-2016

“Investir em conhecimento rende sempre melhores juros.”

 

Benjamin Franklin

Mercado de Trabalho

As funções do Engenheiro Mecânico abrangem um amplo campo de atividades técnico-científicas. Desta forma, o mercado de trabalho para o profissional de Engenharia Mecânica é vasto e atrativo. De fato, todos os setores industriais necessitam dos serviços do Engenheiro Mecânico.

O Engenheiro Mecânico formado pela FACEG terá caráter generalista, e deverá estar preparado e capaz de iniciar com êxito sua carreira profissional nas indústrias mecânica, automobilística, naval, petroleira, sucroalcooleira, de mineração, siderúrgica, metalúrgica, de materiais, alimentícia, têxtil e em todas as outras áreas da ciência e tecnologia que envolvam projetos, instalações, operações e manutenção de máquinas e equipamentos mecânicos e eletromecânicos.

Com sua formação básica e uma visão holística, objetiva-se, que o profissional formado na FACEG alcance elevada capacidade crítica e criativa, e busque soluções otimizadas tanto para os problemas relacionados à tecnologia, quanto para novos problemas. Espera-se, ainda, uma atuação ativa deste profissional na solução de problemas sócio-político-econômicos.

Matriz Curricular Detalhada   
MATRIZ CURRICULAR2017.2
CHCR
TOTAL CURRICULO4220211
TOTAL ATIVIDADES COMPLEMENTARES1206
TOTAL GERAL DO CURSO4340217
1º PERÍODO
DISCIPLINACHCR
Introdução à Engenharia Mecânica402
Desenho Técnico I804
Cálculo I804
Química Geral804
Ciênicas do Ambiente402
Sociologia402
Língua Portuguesa804
TOTAL44022
2º PERÍODO
DISCIPLINACHCR
Desenho Técnico II804
Cálculo II804
Álgebra Linear804
Física I804
Ética, Cidadania e Espiritualidade402
Inglês Instrumental I402
Metodologia do Trabalho Científico402
TOTAL44022
3º PERÍODO
DISCIPLINACHCR
Informática I804
Cálculo III804
Materiais I804
Probabilidade e Estatística804
Física II804
Inglês Instrumental II402
Geometria Analítica402
TOTAL48024
4º PERÍODO
DISCIPLINACHCR
Mecânica Aplicada I - Estática804
Materiais II804
Informática II 804
Cálculo IV804
Cálculo Numérico804
Física III804
TOTAL48024
5º PERÍODO
DISCIPLINACHCR
Mecânica dos Sólidos I804
Termodinâmica804
Mecânica dos Fluídos804
Ética Profissional e Legislação 402
Mecânica Aplicada II - Dinâmica804
Eletrotécnica e Instrumentação804
Optativa I402
TOTAL48024
6º PERÍODO
DISCIPLINACHCR
Elementos de Máquinas I804
Transferência de Calor I804
Máquinas de Fluxo804
Metrologia e Controle de Qualidade804
Mecânica dos Sólidos II804
Introdução à Administração402
Introdução à Economia402
TOTAL48024
7º PERÍODO
DISCIPLINACHCR
Elementos de Máquinas II804
Mecanismos e Dinâmica das Máquinas804
Transferência de Calor II804
Processos de Usinagem804
Fundição e Conformação Mecânica 804
Optativa II402
TOTAL44020
8º PERÍODO
DISCIPLINACHCR
Vibrações de Sistemas Mecânicos804
Máquinas Térmicas804
Soldagem603
Fabricação Assistida por Computador603
Eletrônica e Robótica804
Tratamentos Térmicos e Termoquímicos804
TOTAL44022
9º PERÍODO
DISCIPLINACHCR
Hidráulica e Pneumática804
Refrigeração e Ar Condicionado603
Caldeiras e Vasos de Pressão402
Estruturas Metálicas804
Trabalho de Conclusão de Curso I402
TOTAL30015
10º PERÍODO
DISCIPLINACHCR
Estágio Supervisionado20010
Trabalho de Conclusão de Curso II402
TOTAL24012

Trabalho de Conclusão de Curso

O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é obrigatório no Curso de Engenharia Agronômica, e é realizado ao longo do 9º e 10º período. O desenvolvimento do TCC decorrerá como conseqüência de um processo desenvolvido durante todo o curso, tomando como foco de exercício para a construção deste, as disciplinas de estágio supervisionado e projetos de pesquisa. Tomando como base o aspecto vivencial desenvolvido por meio das experiências decorrentes dos estágios, bem como da reflexão e construção do projeto de pesquisa, o Trabalho de Conclusão de Curso deverá ter a orientação de um professor do quadro docente do Curso de Agronomia, supervisionada pelo coordenador da disciplina de TCC. O TCC tem como finalidade principal proporcionar ao estudante de Agronomia a associação entre a teoria adquirida a partir do desenvolvimento dos conteúdos ministrados no decorrer do curso e a prática em pesquisa científica, contribuindo para que graduando identifique afinidades em relação às possíveis áreas de atuação profissional.

Regulamento de TCC

Estágio Curricular

O estágio supervisionado do Curso de Engenharia Mecânica, como disciplina obrigatória, proporciona ao estagiário a oportunidade de treinamento específico em empresas e instituições de pesquisa e desenvolvimento do setor industrial, além de fortalecer os vínculos entre a faculdade e os órgãos públicos e privados que possuem atuação neste setor.

O estágio, como parte integrante do processo formativo, contribui para a formação do futuro profissional porque permite ao estudante:

  • A aplicação prática de seus conhecimentos teóricos, motivando seus estudos e possibilitando maior assimilação das matérias curriculares;
  • Amenizar o impacto da passagem da vida estudantil para o mundo do trabalho, proporcionando contato com o futuro meio profissional;
  • Adquirir uma atitude de trabalho sistematizado, desenvolvendo a consciência da produtividade, a observação e comunicação concisa de ideias e experiências adquiridas e incentivando e estimulando o senso crítico e a criatividade;
  • Definir-se em face de sua futura profissão, perceber eventuais deficiências e buscar seu aprimoramento;
  • Conhecer a filosofia, diretrizes, organização e funcionamento de empresas e instituições em geral, facilitando sua integração, além de propiciar melhor relacionamento humano e social.

Para a empresa, o estágio traz consigo as seguintes contribuições e vantagens:

  • Antecipa a preparação e a formação de um quadro qualificado de recursos humanos e permite a descoberta de novos talentos, preparando a empresa para o futuro;
  • Cria e mantém um espírito de renovação e oxigenação permanente, proporcionando um canal eficiente para o acompanhamento de avanços tecnológicos e conceituais;
  • Trata-se de um eficiente sistema de recrutamento e seleção de novos profissionais;
  • Permite o cumprimento de seu papel social, ajudando a formar as novas gerações de profissionais que o País necessita.

O estágio curricular obrigatório deverá cumprir as determinações da Lei 11.788/2008, bem como o regulamento previsto para o curso.

Regulamento de estágio

Atividades de Extensão

No Curso de Engenharia Mecânica são desenvolvidos projetos específicos articulados com a Pesquisa e a Extensão universitária, tais como: Baja SAE (implantado), SAE Aerodesign (em fase de concepção), Projeto de bancadas experimentais (em fase de avaliação de viabilidade), Empresa Júnior (em fase de análise), entre outros.

Uma característica de projetos desta natureza é que, além de promoverem a interdisciplinaridade, facilitam a articulação entre teoria e prática, integralizando o processo de aprendizagem.

Nas ações de extensão de atuação externa destacam-se os estágios extras curriculares, ações institucionais de ação extensionista integradas denominada UniCIDADÃ (atividades de extensão que consideram o compromisso social da instituição empenhada no equacionamento de questões que afligem a população) e FACEG aberta. Recentemente, o curso de Engenharia Mecânica, participou do programa Faculdade Aberta da Terceira Idade.

Pesquisa

As atividades de pesquisa buscam a análise e interpretação de fenômenos sociais e naturais, exigindo por isso adequação metodológica constante, uma vez que as relações na sociedade são móveis e flexíveis.

Na Faculdade Evangélica de Goianésia, a pesquisa se relaciona com a comunidade acadêmica de duas formas: a primeira se volta à autonomia docente, tendo em vista que o ato de pesquisar conduz à revisão de conceitos, aplicação de métodos de investigação, análise e busca de explicação de fenômenos e a publicação de resultados, possibilitando a identificação de respostas para os problemas específicos da vida cotidiana do ser humano; a segunda é a compreensão da lógica da ciência, colocando-se à disposição dos alunos, professores e pesquisadores a prática da pesquisa científica, no sentido de incentivar a investigação científica em sua relação com a coletividade. A segunda maneira é colocar professores e pesquisadores à disposição de nossos estudantes para que orientem estes “futuros” pesquisadores/docentes a darem os primeiros passos na compreensão da lógica da ciência e possam criar, neles, o hábito da investigação e a relação desse processo com a coletividade.

O objetivo da Instituição é propiciar o envolvimento teórico-empírico e a formação profissional pelo exercício da reflexão. Estão disponíveis as seguintes modalidades de pesquisa científica:

  • PROGRAMA DE BOLSAS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA (PBIC)
  • PROGRAMA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA VOLUNTÁRIA (PVIC)
  • PROGRAMA DE AUXÍLIO À PESQUISA E EXTENSÃO (PAPE)
  • PROGRAMA DE INCENTIVO À COMUNICAÇÃO CIENTÍFICA (PICC)

Atividades Complementares

As atividades extra sala correspondem a práticas acadêmicas que buscam ampliar o currículo e enriquecer o perfil do formando. Estas atividades são avaliadas na instituição por meio das atividades complementares de 300 (trezentas horas) horas/aula, e dos Estágios Supervisionados 240 (duzentas e quarenta) horas/aula.

As atividades complementares ampliam os horizontes do conhecimento do aluno para além do ambiente da sala de aula e propiciam a transdisciplinaridade no currículo. Constituem, portanto, ações que devem ser desenvolvidas ao longo do curso, criando mecanismos de aproveitamento de conhecimentos adquiridos pelo graduando, por meio de estudos e práticas independentes, presenciais e/ou à distância, que integram o currículo. Caracterizam-se também como atividades paralelas ao curso, de aprofundamento e diversificação de estudos, que possibilitam o reconhecimento de habilidades e competências do aluno fora do ambiente escolar. O aluno deve desenvolver essas atividades segundo sua própria conveniência, oportunidade e compatibilidade de horário com as disciplinas curriculares, desde que guarde correlação com a área de conhecimento do curso.

As atividades complementares, assim, destinam-se a estimular a prática de estudos independentes, transversais, opcionais, de interdisciplinaridade, de permanente e contextualizada atualização profissional específica, sobretudo nas relações com o mundo do trabalho, estabelecidas ao longo do curso, notadamente integrando-as às diversas peculiaridades regionais e culturais. Na prática, as atividades complementares são mecanismos para aproveitamento dos conhecimentos adquiridos pelo estudante por meio de monitorias, estágios, programas de iniciação científica, atividades de extensão, participação em eventos científicos e culturais, participação em shows, visitas a museus e exposições ou em programas e cursos oferecidos por organizações empresariais. A descrição de todas as atividades complementares aceitas no curso encontra-se no Regulamento de Atividades Complementares.

Regulamento das Atividades Complementares

Diferencial Profissional

O Município possui a economia baseada no agronegócio, uma agricultura e produção rural bem diversificada. Há a presença de várias agroindústrias na região e comércios em geral. Possui uma Cooperativa de processamento de leite (CAGEL) e uma Associação dos Produtores de Leite de Goianésia (APROLEITE) em que todos integrantes produzem leite tipo “A”. Três usinas de álcool, açúcar e energia: A Jalles Machado, a Unidade Otávio Lage-Codora e a Usina Goianésia. Possui ainda uma indústria de processamento de polpa, a Goiás Alimentos Ltda – Goialli; a Vera Cruz Agropecuária, empresa de agronegócios; além da empresa de origem francesa Limagrain Guerra do Brasil, indústria de grãos e Geociclo, indústria de fertilizantes. Vale ressaltar que, em município vizinho, Barro Alto, está a Anglo American, empresa de mineração de grande porte, que impacta diretamente a economia de Goianésia. Também, outra grande fonte de emprego e renda está no comércio local, que tem se desenvolvido e diversificado a passos largos com o decorrer dos anos e o crescimento populacional de Goianésia. Possui atualmente 88 estabelecimentos industriais, um Distrito Agroindustrial (DAIGO – Condomínio industrial), um frigorífico (Minerva Indústria Com. Importação e Exportação Ltda.), dois laticínios (Cooperativa Agropecuária de Goianésia Ltda. e Laticínios Queijão Ltda.).

Os produtos agrícolas com maior peso na economia goianesiense são: a cana de açúcar, o tomate industrial e a seringueira. O milho, o sorgo, a soja, também possuem influência na produção agrícola regional. Além de ter uma agricultura familiar bem diversificada que produzem hortaliças para abastecer o Município. As pequenas propriedades rurais têm, em sua maioria, como principal fonte de renda, o leite, que é destinado a abastecer os laticínios da região. Possui cerca de 400 agricultores e produtores familiares que são membros de 14 associações organizadas em uma central, localizada na feira Mauro Silva, que fomentam a feira livre do produtor rural as quartas e sextas feiras no Município.  Outras atividades relevantes no cenário econômico são: o ramo frigorífico, a produção de ração, sal mineral, calcário, brita e cerâmica.

A presença de instituições de Ensino Superior em qualquer região é elemento fundamental de desenvolvimento econômico e social, bem como de melhoria da qualidade de vida da população, uma vez que proporciona o aproveitamento das potencialidades locais. Da mesma forma, os municípios que possuem representações de universidades, estão permanentemente desfrutando de um acentuado processo de transformação econômica e cultural. Que é propiciado por parcerias firmadas entre essas instituições e as comunidades em que estão inseridas, que fomentam a troca de informações e a interação científica, tecnológica e intelectual. Estes dados justificam a presença de um Curso de Agronomia na região, como forma de fomento à matriz produtiva local, gerando possibilidades de diversificação e maximização da produção local e da área de influência com vistas à sustentabilidade econômica, social e ambiental.

 

 

Corpo Docente

NOMETITULAÇÃOCURRÍCULO LATTES
Adelmo Martins RodriguesMestrehttp://lattes.cnpq.br/2678961893417889
Cleber Caetano ThomaziDoutorhttp://lattes.cnpq.br/4593063718194969
Daniel Ferreira CaixetaDoutorhttp://lattes.cnpq.br/6098041384267730
Danielly Luz Araújo de MoraisMestrahttp://lattes.cnpq.br/3599403784236458
Éder Mendes de PaulaDoutorhttp://lattes.cnpq.br/9252527394474551
France de Aquino RibeiroEspecialista
Ivandro José de Freitas RochaEspecialistahttp://lattes.cnpq.br/2982217669284033
Jadson Belem de MouraDoutorhttp://lattes.cnpq.br/9177321468873413
Jeane Silveira de OliveiraMestrahttp://lattes.cnpq.br/7655124944049444
Lauriane Gomes SantinDoutorahttp://lattes.cnpq.br/0559500872819782
Maisa França TeixeiraDoutorahttp://lattes.cnpq.br/0188449698292248
Marinés Chiquinquira Carvajal Bravo Gomes Mestrahttp://lattes.cnpq.br/2959469770617831
Marly Alves dos ReisMestrahttp://lattes.cnpq.br/8831032784435967
Matheus Oliveira da SilvaDoutor http://lattes.cnpq.br/8793331269164455
Rafael Dario Alves CariasEspecialista http://lattes.cnpq.br/1423147779641509
Thiago Ferreira da CunhaDoutorhttp://lattes.cnpq.br/0949939753557618
Vinicius Vargas Vieira dos SantosMestrehttp://lattes.cnpq.br/5397270735760953
Victor Alves RibeiroDoutorhttp://lattes.cnpq.br/0458431392079900
Welinton Rosa da SilvaMestre http://lattes.cnpq.br/8653384185093296

Infra Estrutura do Curso

O curso de Engenharia Mecânica conta com os recursos administrativos ofertados pela FACEG – Secretaria, Tesouraria, Departamento Financeiro, Coordenações, Setor de reprografia, Biblioteca (física e virtual), etc.

Em termos de instalações físicas, contam-se com salas de aulas equipadas com equipamento multimídia, condicionamento de ar e iluminação adequada. As instalações estão adequadas para atender plenamente os requisitos de acessibilidade.
Os laboratórios tiveram suas atividades voltadas, em um primeiro momento, para apoio ao ensino. Em uma etapa posterior, estes laboratórios serão direcionados a atividades de pesquisa e extensão. Para tanto, um plano de desenvolvimento está em processo de elaboração.

Os laboratórios didáticos especializados implantados para atender os dois primeiros anos do curso correspondem a:

  • Laboratórios de Informática: atendem diretamente às seguintes disciplinas: Informática I, Informática II, Desenho Técnico II e Cálculo Numérico e Computacional.
  • Ateliers – laboratórios de Desenho Técnico: atendem diretamente as disciplinas de Desenho Técnico I e Desenho Técnico II.
  • Laboratório multidisciplinar de Química: Atende a disciplina de Química Geral. Consiste em laboratório didático para entendimento dos princípios básicos da Química.
  • Laboratório multidisciplinar de Física: Atende diretamente as disciplinas de Física I, Física II e Física III. Consiste em laboratório didático para entendimento dos princípios básicos da Física.
  • Laboratório multidisciplinar de Mecânica dos Fluídos/Hidráulica: atende diretamente a disciplina de Mecânica dos Fluidos. Atendem de forma indireta à disciplina de Física II.

Estes laboratórios encontram-se em funcionamento e são compartilhados entre os cursos da Instituição (Engenharia Civil, Engenharia Mecânica e Agronomia). Eles apresentam-se equipados e são capazes de oferecer suporte adequado e suficiente às práticas didáticas.

Os laboratórios destinados ao núcleo profissionalizante são divididos em quatro grandes áreas, a saber:

  • Laboratório de Mecânica dos Sólidos e Projetos Mecânicos.
  • Laboratório de Térmica e Mecânica dos Fluidos.
  • Laboratório de Processos de Fabricação.
  • Laboratório de Materiais e Tribologia.

Estes laboratórios estão em fase de concepção e organização.

Coordenador do curso

Drº. Cleber Caetano Thomazi

Graduado em Engenharia Mecânica pela Universidade Federal de Uberlândia (1996), Mestrado em Engenharia Mecânica pela Universidade Federal de Uberlândia (2000) e Doutorado em Engenharia Mecânica pela Universidade Federal de Uberlândia (2013). Atuação nas indústrias de mineração, energia, siderurgia, educação, construção civil e transporte.

Currículo Lattes

Ainda tem Dúvidas? Contate-nos.

Telefone: (62) 3389-7350

E-mail: engenhariamecanica@evangelicagoianesia.edu.br